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Comdata 18.433 seguidores en LinkedIn For over 45 years, Comdata has been a leading provider of innovative B2B payment and operating technology. By combining our unique capabilities in technology development, credit card issuing, transaction processing and network ownership, we help our clients build electronic payment programs that positively impact their bottom line and operate their ... Madrid, 07 de agosto de 2020: Comdata, uno de los proveedores mundiales líderes de servicios innovadores para la gestión de clientes, ha desarrollado un nuevo modelo avanzado de teletrabajo en Gestión de Clientes BPO para satisfacer y anticiparse a las necesidades de sus clientes en todo el mundo y en todos los sectores: Comdata Smart Hub. Visión En un mundo que cambia hoy en día, la digitalización alcanza la madurez e impacta en todos los sectores, que son reinventándose en la profundidad para adaptarse a esta nueva realidad. Este nuevo entorno significa que los clientes interactúan más y esperan más en términos de experiencia con las marcas: el cliente es el rey, el cliente lo es todo. Comdata is a leading innovative global service provider in Customer Interaction and Process Management. We have been helping clients to maximise their customer value since 1987. Combining an international footprint with strong local expertise, our teams of over 50,000 passionate employees work in 30 languages across 4 continents and 22 countries. Comdata - Calle 21 No.9 - 48 Of.406 - Tels:(571) 2846345 - 6088443 Móvil:310 2217696 Bogotá - Colombia - Suramérica - [email protected] Madrid, 09 de septiembre de 2020: Comdata, uno de los proveedores mundiales líderes de servicios innovadores para la gestión de clientes, ha desarrollado un nuevo modelo avanzado de teletrabajo en Gestión de Clientes BPO para satisfacer y anticiparse a las necesidades de sus clientes en todo el mundo y en todos los sectores: Comdata Smart Hub. Gracias a todos los combatientes de primera línea en todo el mundo y a los trabajadores clave, incluyendo nuestros equipos de Comdata. Ver el vídeo 30/03/2020 Comdata Group empresa nefasta se encuentra en la Calle San Luis Potosí No.20x piso x Cerca de Metro Chilpancingo. A un costado de plaza insurgentes (TORRE AQUA) con una tengan mucho cuidado con los formadores de esas campañas son unos acosadores, morbosos, mentirosos, metiches, mediocres, falsos, abusivos, negreros Comdata España destaca como la primera empresa del sector en obtener la certificación del Esquema de Seguridad Nacional (ENS). Para más detalles sobre lo que esto significa para nosotros y nuestros clientes https://lnkd.in/gwYY7tm ¡Enhorabuena a todo el equipo! Madrid, 9 de septiembre de 2020- Comdata, uno de los proveedores mundiales líderes de servicios innovadores para la gestión de clientes, ha desarrollado un nuevo modelo avanzado de teletrabajo en Gestión de Clientes BPO para satisfacer y anticiparse a las necesidades de sus clientes en todo el mundo y en todos los sectores: Comdata Smart Hub.

Casa da Nação de mais de 45 Milhões de torcedores

2012.08.29 04:20 YourMayansMayVanish Casa da Nação de mais de 45 Milhões de torcedores

SubReddit dedicado ao Flamengo e à maior torcida do Mundo! __________________________________________ Para uma melhor experiência utilize o estilo tradicional em: old.reddit.com/Flamengo
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2020.09.22 03:02 RickMoraisM Imaginem que uma agência espacial descobrisse que em 20 anos a vida humana e a de outros animais entraria em extinção devido ao impacto de um gigantesco meteoro que provocaria uma drástica mudança ambiental na Terra . Seguem alguns questionamentos ...

Duas considerações antes : suponha que seria impraticável construir qualquer tecnologia que amenizasse o dano, e que não houvesse qualquer alternativa de locomoção em massa para outro planeta .
1- Você acharia ético que os cientistas que descobriram o evento o divulgassem para a mídia ?
2- Se fosse divulgado , como você acredita que as pessoas reagiriam à descoberta ao longo do tempo?
Alguns pensamentos meus sobre : 20 anos é um tempo grande na escala da vida humana . Acho que as reações iriam variar bastante a depender da fase da vida que as pessoas se encontrassem no momento da descoberta . Não que os idosos(60+) não fossem se preocupar , até porque limitar a morte para uma data fixa é mais aterrorizante do que constatar que sua vida vai provavelmente acabar antes do limite . E , além disso , praticamente todo mundo tem um conhecido a quem se tem compaixão. Não se trata apenas de saber que você vai morrer , mas que todos que amamos também vão morrer juntos . Obviamente damos uma importância maior a nós mesmos , e por isso crianças , jovens e adultos teriam um impacto psicológico maior , afinal a probabilidade de eles viverem mais 20 anos é mais alta que a de um idoso.
Eu penso que a morte por eutanásia iria crescer bastante. Provavelmente muitas barreiras éticas relacionadas à morte para aliviar um sofrimento maior seriam superadas, principalmente na proximidade do impacto. Acho que os sentimentos iriam variar muito ao longo do tempo . Nos primeiros meses haveria um grande caos , pânico e , é claro , os negacionistas tentando acalmar o povo - inclusive eles poderiam superar os cientistas na crença popular ,dada a grande dificuldade que temos em aceitar verdades inconvenientes .
Mas como o ser humano não consegue ficar nesse estado por tanto tempo ( creio eu) , aos poucos as pessoas iriam voltar à "normalidade" - como a gente enfrentando a pandemia da Covid . Claro , não seria o mesmo normal , e conforme o tempo fosse passando, a euforia voltaria a crescer , talvez exponencialmente culminando num pico de anarquia no ano do impacto .Nesse cenário penso que as pessoas iriam se arriscar mais. Elas esqueceriam muitos projetos a longo prazo e pensariam mais no presente . Pra quê trabalhar tanto para financiar uma casa cara ? Por que fazer um longo curso chato para ser rico ? O mundo poderia caminhar pra um estado de hedonismo distópico , com muitas pessoas drogadas ou viciadas em qualquer outra coisa , relacionamentos poligâmicos , e violência dos mais diversos tipos.
E quanto ao primeiro questionamento , acho que ele é válido por uma ótica utilitarista . Penso que no geral o sofrimento seria bem menor caso as pessoas simplesmente não soubessem que todas iriam morrer em 20 anos . Por outro lado , só acho ele válido por causa das considerações . Se todas as pessoas soubessem , o mundo iria se empenhar em encontrar uma solução pro problema .( Sei que esse tópico é bizarro mas me veio isso na cabeça e decidi ir digitando hahaah )
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2020.09.21 22:13 SunbrasilSolar DIA 21 DE SETEMBRO, DIA DA ÁRVORE

DIA 21 DE SETEMBRO, DIA DA ÁRVORE
Hoje, dia 21 de setembro, comemoramos o dia da árvore, um dos motivos pelo qual lutamos pela energia natural e preservação do meio ambiente. Mas você sabe a importância que elas têm e como surgiu a data? Vem conosco!


A data, que é diferente em outras partes do mundo, foi escolhida em razão do início da primavera, que começa no dia 23 de setembro no hemisfério Sul.

Sabe qual a importância da árvore?
Aumenta a umidade do ar, evita erosões, produz oxigênio no processo de fossíntese, reduz a temperatura e ainda fornece sombra e abrigo para algumas espécies animais.

Ah! E uma curiosidade:
Cada região do nosso país possui uma "árvore símbolo" diferente.
Na região Norte, a castanheira;
Na região Nordeste, a carnaúba;
Na região Cetro-Oeste, o ipê amarelo;
Na região Sudeste, o pau-brasil;
Na região Sul, a araucária.

Produza a sua própria energia e preserve o meio ambiente, use energia solar!
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2020.09.21 16:18 Tamareira568 Desabafo deveras longo

Tenho quase certeza que sofro de Sindome do pensamento acelerado (Spa). Começou faz bastante tempo até, não sei a data precisa mas acho que lá pros meus 8/9 anos, no início isso não me pertubou já que era legal ter alguém tocando uma música pra mim o dia todo, mas depois de um tempo isso começou a me atrapalhar na hora de fazer as provas (ainda me atrapalha). Ano passado eu contei cada pensamento paralelo e foi uns 5 (a maioria falava muito baixo então quase não dava pra escutar, mas todos juntos falavam mais alto que eu mesmo)
Falei pra minha mãe que eu não tava bem e ela me levou em um psicólogo e o problema foi resolvido (eu nem sabia dessa síndrome, só descobri esse ano). Mas com essa confusão toda os problemas voltaram e eu não quero falar isso pra minha mãe porque não quero colocar mais coisas na cabeça dela.
Essas coisas todas geraram ansiedade, que gerou apatia e que tá me fazendo morder meu próprio braço pra sentir alguma coisa.
Eu sinto vontade de fugir para um lugar silencioso onde eu possa escutar música sem ter quem me interromper. Quando eu coloco meu fone eu crio um "mundo paralelo" onde eu estou boiando em um oceano, sem ondas (barulhos), sem ninguém, apenas eu. Sempre que alguém bate na porta do meu quando uma onda nesse meu mundo me "atropela" e isso me irrita de uma forma que dá vontade de gritar pra as pessoas pararem de ser tão barulhentas Minha cabeça já tem muito barulho, não preciso de mais.
Toda semana tem 13 provas pra fazer, todo dia eu fico assistindo 6 aulas de 50 minutos (terça e quinta tem 10 aulas). No início eu até tentei mas hoje eu fico deitado escutando rock enquanto o professor fica falando sobre Função Logaritima, Luiz De Camões, pronomes e essas coisas que estudamos na escola.
Depois de um tempo refletindo encontrei outro problema, não gosto de me ver como homem. Sou do tipo de pessoa que cria histórias quando está fazendo nada, atualmente o personagem principal (eu) sempre está sendo uma mulher, ou um homem que se veste como uma. Não é que eu me enxergo como mulher, eu apenas não gosto de ser homem (Não me pergunte o motivo, eu também gostaria de saber)
Voltando ao assunto de sons, barulhos, etc. Eu odeio quando as pessoas falam com o tom de voz de briga, provavelmente foi porque fui traumatizado por minha mãe (eu nao culpo ela, entendo que ela tava estressada com o que tava acontecendo. Mas a voz dela na maioria das vezes me irrita) As vezes a pessoa nem precisa ficar com o tom de briga, se tiver parecido eu já vou querer ou gritar pra ela calar a boca ou querer chorar ou querer ir pra um local que eu não consiga escutar isso
Tenho sentimentos positivos apenas em algumas coisas: quando eu estou jogando, escutando música, conversando com meus amigos e uma estranha sensação de calma quando eu me machuco.
Não sei se isso vai chegar até alguém ou se alguém vai me responder, só queria saber quando tudo isso vai acabar.
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2020.09.21 14:38 spetsnatz [Anúncio AMA] Pedro Coelho, Administrador da Square Asset Management

Caros amigos, regressamos do período de férias, de volta aos AMA, com uma personalidade de grande relevo no mundo financeiro, mais especificamente, dos Fundos Imobiliários: Pedro Coelho, Administrador da Square Asset Management.
Licenciado em Contabilidade e Economia, Pedro Coelho reúne uma vasta experiência em Fundos de Investimento Imobiliário, sendo um dos maiores especialistas neste sector.
A Square Asset Management é especialista na gestão de Fundos de Investimento Imobiliário, tendo cerca de 1.400 milhões de euros de activos sob gestão. Entre os quais se destaca, naturalmente, o maior fundo imobiliário aberto português e com a melhor rentabilidade líquida do mercado: CA Património Crescente. Com cerca de 800 milhões de euros sob gestão, este fundo, a cargo de Pedro Coelho, representa mais de 50% do portfólio da Square.
A Square é também a maior sociedade gestora independente de Fundos de Investimento Imobiliário Aberto em Portugal, com 11% de quota de mercado. É ainda a única sociedade gestora a ser subcontratada por grandes grupos económicos nacionais (Caixa Central de Crédito Agrícola, Grupo Montepio, Grupo Banif) para gerir os seus fundos imobiliários, sendo também a única que gere fundos abertos.
Nesta fase de pandemia que atravessamos, rodeada de incerteza em praticamente todos os sectores socioeconómicos, o sector imobiliário é um dos que suscita maiores dúvidas, por parte da sociedade em geral e da nossa comunidade em particular.
Estamos perante grandes revoluções ao nível do imobiliário, quer seja na oferta turística, comercial ou habitacional. Durante o período de confinamento obrigatório, os portugueses foram forçados a passar mais tempo nas suas casas, onde - para melhor ou pior - foi colocado em evidência alguns aspectos das habitações, nomeadamente os espaços interiores e exteriores ou ainda as localizações. Estas constatações levaram a novas tendências de mercado que poderão alterar, nos próximos tempos, o mercado de compra e arrendamento de imóveis.
Do ponto de vista dos investimentos, outras questões se levantam, tais como:
Ninguém melhor para responder a estas, e outras questões, senão o nosso convidado Pedro Coelho. Será uma oportunidade única para poderem colocar as vossas dúvidas acerca deste sector e, mais especificamente, de investimentos em Fundos de Imobiliário.
A estrutura deste AMA será semelhante à anterior, sendo a seguinte:
Por fim, gostaria de agradecer ao Pedro Coelho pela sua simpatia, disponibilidade e prontidão com que aceitou o nosso convite para este AMA. Através de todo o conhecimento e experiência que adquiriu ao longo da sua vasta carreira, o Pedro está sempre disposto a ajudar em prol da literacia financeira. Da minha parte, só posso ficar grato pela honra que nos concedeu.
Data do AMA: Sábado, 26 de Setembro às 15h00
Local: /literaciafinanceira
NOTA: Este post é apenas o anúncio, por favor coloquem as questões na thread do AMA de acordo com as regras acima descritas.
Contamos convosco!
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2020.09.20 14:53 UninformedImmigrant U wot m8? Estórias de um gajo que se mudou para o UK [Capítulo 1: Mudanças e chegadas]

Olá amigos. No post anterior introduzi levemente o espírito desta série, e este é o primeiro capítulo "a sério" da série. Este capítulo versa sobre o processo de preparação para a mudança e o "primeiro embate" da chegada ao novo país; que assuntos tive que tratar imediatamente antes de me mudar, assim como assim que cheguei. Como tenho dito, esta experiência é pessoal, e é importante que entendam que não se aplicará certamente a todos. Riam-se, chorem, e deixem os vossos pensamentos na caixinha em baixo.
Ao longo do texto vão ver uns números entre parênteses rectos ([XXXX]). Isto são referências que estão por extenso perto do fim do post, na secção apropriadamente denominada "Referências".

Take-Aways Principais

Eu gosto de ter uns bullet points com as ideias principais que se devem reter de cada capítulo, uma espécie de "se não leres mais nada, lê isto" do capítulo. Os deste capítulo rezam assim:
Os detalhes estão no texto por aí abaixo.

A odisseia do trabalho científico em Portugal

Já alguma vez tiveram aquele sonho em que querem gritar e não conseguem? Aquela sensação quase infantil de impotência, do pavor da inacção e do pasmo em relação ao que quer que seja que se está a desenrolar à nossa frente? Ou aquele em que querem esmurrar alguém mas não acontece nada? A sensação de impotência é, pessoalmente, das piores que podemos ter; a de querermos fazer alguma coisa, acharmos que sabemos o que fazer e não conseguirmos.
Trabalhar no tecido académico e de micro-empresas português (vulgo technology transfer) é um bocadinho assim. Por mais que um gajo se esforce, é muito difícil escapar à subsidio-dependência, à chico-espertice, à mediocridade, à inexperiência, à falta de processo e, acima de tudo, à falta de recursos. Por bom que seja o sonho, por interessante que seja o projecto, por positivo que seja o ambiente de trabalho, por porreiros que sejam os colegas, há uma sensação latente de "isto não vai dar para construir uma carreira". Isto torna-se particularmente agudo quando se trabalha numa área de tecnologia de ponta, para a qual inevitavelmente o mercado português está pouco desenvolvido. Não havendo mercado, a empresa vira papa-projectos e passa a viver de fundos comunitários, QRENs, COMPETEs, H2020s e coisas que tal. O tempo que se devia gastar em desenvolvimento é gasto a tentar convencer revisores de projectos a darem-nos mais uma esmola, e todos os projectos são uma corrida ao fundo: como é que conseguimos fazer esta omelete bonita com muito poucos ovos? Será que precisamos mesmo de duas pessoas para fazer isto, não dará só uma? Certamente o equipamento X também dá para este projecto.
Um aspecto particularmente doloroso neste ambiente é a altíssima rotatividade dos colegas. Quando se trabalha nestas condições tende-se a depender de recursos precários: bolseiros de investigação, estágios IEFP, estágios profissionais, estágios académicos, e por aí fora. Isto torna imediatamente impossível treinar alguém para fazer alguma coisa de jeito, e dei por mim a ensinar 3 ou 4 pessoas a fazer a mesma coisa em ocasiões diferentes ao longo dos anos. Nunca ninguém fica e toda a gente parte para outra, seja porque a empresa não lhes pode pagar, ou porque são incompetentes demais para nos darmos ao trabalho de lhes tentar arranjar financiamento. As caras e os nomes confundem-se numa espécie de groundhog day tecnológico em que cada ano que passa temos as mesmas conversas. Um tipo que vá ficando, ora porque é bom ou porque é teimoso, vai dando por si a avançar na idade ao mesmo tempo que os colegas não. A certo ponto, todos os meus colegas eram pelo menos uns 4 ou 5 anos mais novos que eu; ora se até eu quase nem tinha barba (hipérbole), então eles estavam mais verdes que as bananas da Costa Rica quando chegam ao Continente.
Quando me perguntam porque é que os portugueses têm tendência a se dar bem lá fora, aponto-os sempre para as condições em que somos habituados a fazer trabalho world-class. As publicações a que submetemos artigos não querem saber das nossas dificuldades; querem papers de qualidade. As agências de financiamento não querem saber de rotatividade, querem saber de know-how, track record e orçamentos. O trabalho que temos que entregar para sobreviver tem que ser de topo, ao mesmo tempo que as condições são de fundo. Pega-se num tipo habituado a isto, senta-lo numa cadeira de 300€, dá-se-lhe 3 monitores e um portátil que dava para comprar um carro, e é natural que o desempenho seja incrível.
Eu não me considero um perfeccionista (e acho que quem se considera perfeccionista pensa demais de si próprio) mas procuro estar numa constante curva ascendente no que toca à qualidade do meu trabalho. Umas vezes a curva é mais inclinada, outras vezes é menos inclinada, mas a cada dia estar um bocadinho melhor que no dia anterior. Aliás, quem me conhece sabe que esse é um traço que aplico em quase tudo: no trabalho, na vida, no desporto, etc. Antes de me mudar sentia que tinha batido no tecto da qualidade do que podia entregar. O meu esforço era máximo e o factor limitador da qualidade da entrega era a forma como o trabalho que eu tinha para fazer era entregue. Não havia tempo suficiente para inovação, era preciso planear de forma irrealista (e entregar de forma irrealista) para se conseguir fazer o malabarismo de todos os projectos. A constante mudança de contexto comia horas todos os dias.
A ética de trabalho portuguesa é, geralmente, horrível. Se eu trabalhei as minhas 8h, entreguei o que tinha para entregar e não tenho horário de trabalho, então vou sair às 16h. Ou chegar às 10h. Geralmente, fazer menos que 9-19 é mal visto, e eu fui sempre muito vocal (se calhar de forma prejudicial para mim próprio) acerca do quão estúpido isso me parece. Cheguei a ouvir algo semelhante a "tu és daqueles gajos que vão de férias desaparecem do mapa". Não é esse o objectivo das férias?

Um dia destes decidi mudar-me para o UK

Então um dia desatei a mandar CVs por esse mundo fora, a ver o que colava. Inevitavelmente, apareceram-me várias ofertas interessantes, a melhor das quais no UK. Contas feitas, a oferta praticamente multiplicou o meu salário bruto por 5 (talvez um bocadinho mais), empurrando-me de um salário mediano em Portugal para um salário bastante acima da média no UK. Esta é daquelas particularidades a que me refiro quando digo que a minha experiência é extremamente pessoal: eu tive a sorte de gostar e ter talento para trabalhar nesta área, e a dupla sorte de ser uma área em que simultaneamente há muita oferta e pouca procura de trabalho. Meio ao calhas cultivei um skillset muito valioso, ou que consegui vender bem. Infelizmente, para manter esta conta dissociada da minha identidade não vos posso especificar qual é; somos poucos, tornava-se muito fácil encontrar-me pelas publicações.
Curiosamente, está agora (à data da escrita) a fazer um ano que me decidi mudar. Nessa altura, a maior preocupação de quem se mudava para o UK era o Brexit, mas houve uma série de factores que me acalmaram:
Acerca deste último: ser estrangeiro no UK ou ser em qualquer outra parte é, para mim, semelhante. Então, se o Brexit por alguma razão resultasse numa perseguição aos estrangeiros, ou numa forte desvalorização da libra, etc, a minha situação ainda assim seria melhor que antes. Teria um CV mais rico, experiência adicional na indústria, e dinheiro no banco, tudo factores que facilitariam a mudança para um país terceiro.
Portanto com os factores políticos resolvidos por ora, e com a família a apoiar, lá me decidi.
Lá vim eu.

Preparação

A preparação para a mudança dividiu-se em:
Para benefício máximo meu e das duas empresas envolvidas, decidi reservar apenas umas 3 semanas sem trabalhar para tratar de tudo. Arrependi-me profundamente: devia ter fodido uma das empresas (a velha, potencialmente) e tido mais tempo para mim e para os meus. Naturalmente, houve muito que pude fazer enquanto trabalhava, como tratar da documentação. A logística foi um pesadelo; tive que esvaziar o apartamento em 2 dias e encontrar forma de arrumar tudo o que tinha na minha casa de família. Uma boa parte ficou por fazer pois queria passar tempo com a família em vez de arrumar merda. Tive que denunciar o contrato de arrendamento, da energia, da água e das telecomunicações. Obviamente, a Vodafone foi a mais merdosa no meio disto tudo, primeiro porque queriam que pagasse a fidelização (tive que demonstrar que vinha para o estrangeiro), e depois porque queriam cobrar o equipamento apesar de o ter entregue a horas e em boas condições. Típica escumalhice de telecom portuguesa, nada de novo.
A preparação legal foi mais cuidada. Para referência, a documentação que preparei foi:
Também nomeei (por procuração) um representante legal em Portugal. Inicialmente pareceu-me overkill, e apenas o recomendaria se tiverem alguém que seja de muita, muita confiança. Mas para mim tem sido muito útil, pois essa pessoa pode-me substituir em qualquer todos os compromissos, requerer a emissão de documentação em meu nome, transaccionar os meus bens (tipo vender o carro velho) e negociar em meu nome com as telecoms quando se armam em parvas (ver Vodafone acima). A pessoa que ficou com esta responsabilidade é da minha absoluta confiança, mas mesmo assim é um compromisso que deve ser mantido debaixo de olho e apenas pelo tempo necessário.
Às tantas perguntei-me "sua besta, já pensaste em quanto dinheiro vais gastar?" Bom, através de uma combinação de salário baixo e escolhas financeiras pouco saudáveis (que reconheço mas não quero detalhar), as minhas poupanças resumiam-se a uns míseros 2000€. Amigos, 2000€ não é dinheiro nenhum. Precisava de mais. Pelas minhas contas, e porque não vinha sozinho, precisaria de cerca de 15000€ para fazer isto com algum descanso, ainda que não conforto.
Lembram-se de quando tivemos uma crise "once in a lifetime" em 2008? Aquela da qual vamos ter saudades agora em 2021? Essa mesmo. Uma consequência engraçada dessa crise foi que as pessoas se habituaram a fazer crédito ao consumo, e os bancos habituaram-se a emprestar dinheiro como quem dá cá aquela palha, já que o Estado depois os resgata e ninguém vai preso. Como sempre trabalhei, paguei os meus impostos e nunca tive dívidas, pude pedir um crédito pessoal para pagar a mudança inicial. 15k no banco, check.
Obviamente não o gastei todo, e a empresa para onde fui trabalhar devolveu-me uma esmagadora parte do que gastei através de um fundo de "relocation expenses". A empresa pagou (mas eu tive que adiantar):
Em cima disso, paguei eu:
Admito que fiz algumas escolhas controversas, e houve muito dinheiro perdido em conversão de moeda. Podia ter ficado fora da cidade enquanto procurava apartamento, podia ter comprado mobília mais barata, podia ter dormido no chão, podia ter comprado malas mais baratas, podia ter andado de comboio em vez de alugar carros quando precisei. Mudei-me de uma forma que considero "medianamente confortável": não o fiz luxuosamente, mas dei-me ao luxo de trazer a Maria, de não ter que partilhar casa e de evitar largamente transportes públicos. Com o dinheiro que a empresa me devolveu constituí um fundo de emergência. Não liquidei logo a dívida porque entendo que é mais importante ter um fundo de emergência do que estar debt-free (mais sobre isso daqui a um post ou dois).
São escolhas. Emigrar é caro, amigos. Conheço quem o tenha feito com 200€ no bolso, mas não é confortável e não quero isso para mim.
Praticamente foi tudo pago através do Revolut. Criei uma conta pouco antes de vir, comprei o premium para não ter limites de conversões, e usei. Inclusivamente recebi lá o primeiro salário enquanto não criei a conta no banco.
A preparação emocional foi a menos complicada. O meu núcleo duro é relativamente pequeno, e toda a gente estava preparada há muito tempo para que eu "fugisse"; era conhecido praticamente desde que tinha começado o PhD que a minha área não era viável em Portugal, e que estava revoltado com a ética de trabalho merdosa. Naturalmente a minha mãe não gostou da ideia, mas são coisas da vida. Ainda assim, um conselho: não se armem em fortes e não descuidem a preparação psicológica/emocional que é necessária para este tipo de viagem. Eu sei que pessoas diferentes têm níveis de resiliência diferentes, mas o português tem muito a mania de achar que é o maior; cuidado com isso. Além disso, não deixem que estas preparações vos tomem todo o tempo que têm; guardem tempo para estar com a família, para lazer, e para descansar. Eu deixei-me consumir um pouco e não foi bom.

Como não ser sem-abrigo

Aterrei em meados de Setembro num dia nublado com duas malas de 30kg, uma mochila para mim e outra para a Maria, e a convicta certeza de que me estava a foder. Tinha cerca de 2.5 semanas até começar a trabalhar, e até lá a missão era só uma: encontrar um apartamento. Há muito para dizer acerca da habitação no UK, vou escrever um post só para isso e por isso aqui vou focar apenas na experiência do recém-chegado.
Eu decidi que não estava disposto a arrendar pelo privado; iria sempre através de uma agência imobiliária. Como não tinha tanta familiaridade com o mercado nem com a legislação, achei que seria mais seguro ir por essa via mais cara e minimizar a possibilidade de ser ludibriado. Recomendo vivamente. Então comecei a encetar contactos por telefone para marcar visitas a apartamentos.
E aí bateu-me.
Eu não conseguia perceber nada do que estes caralhos diziam ao telefone. NADA. "Ahka hrask apfiasdafsd duja sudn" diziam eles, e eu "sorry, I have a really bad connection, could you repeat that?" e eles lá repetiam mais calmamente "G'mornin, how can I help you today?". Muita vez disse eu que tinha pouca rede, a ver se eles abrandavam um bocadinho. E funciona! Top tip: se estiverem a tentar perceber o que eles dizem por telefone, queixem-se da ligação; o serviço móvel no UK é tão mau que eles vão na conversa.
Agora, eu sei falar inglês, ok? Naveguei perfeitamente bem as entrevistas, tenho dúzias de publicações em inglês "impecável", e trabalho em inglês há anos e anos. O problema é o seguinte: falar inglês enquanto se trabalha e escrever coisas em inglês são ambos experiências muito diferentes da de tentar falar com um nativo com sotaque, que assume maneirismos e expressões que não conhecemos, sobre locais que não conhecemos e dentro de um sistema (de arrendamento) que não conhecemos, tudo isto por telefone e sem poder ler nos lábios nem ler expressões corporais.
Com algum desenrascanço tipicamente português fui enchendo os dias de visitas a apartamentos na zona. Num dos dias aluguei um carro para ir ver apartamentos numa cidade vizinha (onde até acabei por ficar), algo que recomendo vivamente. Durante essas semanas vimos facilmente uns 25 apartamentos, talvez mais. As primeiras impressões foram:
(Um aparte acerca da alcatifa: se tiverem uma casa toda alcatifada comprem um robot aspirador de qualidade e aspirem todos os dias, até mais do que uma vez. A vossa qualidade de vida vai aumentar 1000 vezes.)
Escolhido o apartamento, fizemos uma oferta/candidatura. Oferecemos o valor que o senhorio pedia e, já tendo falado com muitos agentes, ofereci-me para pagar o contrato inteiro de 6 meses no dia da entrada. O que se seguiu foi um processo que, para mim, era completamente estrangeiro: o de "referencing" do potencial arrendatário. Pediram-me as moradas anteriores até 3 anos e os contactos dos senhorios, assim como a minha morada de família permanente e (muitos) dados pessoais. Essa informação foi usada para verificar que eu não era um impostor, e para verificar que tinha o hábito de pagar a renda. Ligaram para a minha antiga senhoria portuguesa, uma senhora de 82 anos, a perguntar se eu pagava a renda. Por mero acaso ela fala inglês (foi investigadora) e soube-lhes dar resposta, mas achei a atitude absolutamente desnecessária. Lembro-me de me sentir ofendido; "mas estes filhos da puta acham que pagar 6 meses à cabeça não chega?"
Seguiu-se um contrato de arrendamento para uma Assured Shorthold Tenancy [1], que é a modalidade "normal" de arrendamento para habitação por aqui. O agente imobiliário tratou de toda a papelada, mas eu tirei um dia para ler todo o contrato e verificar se batia certo com o que conhecia da lei daqui, o que recomendo vivamente. Atenção que a partir de meados de 2019 as taxas cobradas pelos agentes imobiliários passaram a ser limitadas por lei [2], por isso se vos pedirem alguma taxa administrativa mandem-nos sugar no pénis mais próximo. Na altura disseram-me que o normal, antes dessa mudança, seria o arrendatário pagar uma taxa de 700 libras à imobiliária pelo serviço. Era matá-los.
Assinado o contrato, ficou fixada uma data para entrada no apartamento. O valor a pagar é esperado nesta altura, no momento imediatamente precedente à entrega das chaves, o que significa que é preciso ter esse dinheiro disponível num cartão aceite pela imobiliária. Obviamente que é possível pagar por transferência, mas isso pode atrasar a data de entrada, e eu estava a pagar hotel por isso tinha interesse em me despachar.
Este processo foi, para mim, extremamente stressante. Até ao momento em que temos a chave na mão, o nível de incerteza é altíssimo: vou precisar de estender a estadia no hotel? Vou ter dinheiro que chegue caso o senhorio recuse o arrendamento? Será que vou ter que procurar noutra zona? Será que vou conseguir fazer isso enquanto trabalho? Para mim, encontrar a primeira casa foi facilmente a parte enervante da mudança. Agora já tenho uma posição muito mais sólida: conheço a zona, conheço o mercado, tenho um pé de meia e transporte próprio. O início custa muito mais.

Burocracias adicionais a tratar no início

Além da casa, que era a minha primeira preocupação, há um outro conjunto de coisas que têm que ser tratadas quanto antes:

Referências

[1] https://england.shelter.org.uk/housing_advice/private_renting/assured_shorthold_tenancies_with_private_landlords [2] https://www.gov.uk/government/collections/tenant-fees-act [3] https://www.gov.uk/council-tax [4] https://www.gov.uk/tax-codes [5] https://www.gov.uk/income-tax/how-you-pay-income-tax

Capítulos Anteriores

O próximo capítulo deve ser mais sobre habitação ou sobre compramanter carro e conduzir. Depende de qual o capítulo que acabar por ficar pronto mais cedo. Às tantas calha ser outro qualquer ¯\_(ツ)_/¯
Se este post gerar uma resposta tão forte como os outros, é possível que eu não consiga responder a todos os comments. Se for esse o caso, peço desculpa; vou dar o meu melhor.
No outro post alguém (um mod?) colocou o flair "Conteúdo Original". Não encontrei esse por isso pus "discussão".
Abraços, e obrigado por virem à minha TED talk.
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2020.09.19 22:57 bernaferrari Minha lista de motivos contra o Banco Inter

Disclaimer: esse são os motivos que me levaram a odiar o Inter, colocar o cartão na gaveta e espero nunca mais usa-los. Vai ter gente falando "eu sou feliz" ou "nunca aconteceu comigo", tudo bem.. Tem gente que paga TED ainda e é feliz, cada um é cada um. Dito isso, aqui vão os MEUS MOTIVOS:
  1. Atendimento não existe. NON EXCISTE. DOES NOT EXIST.
  2. Histórico de transações é atrelado ao cartão; trocou de cartão, perdeu o histórico (e também coisas como antecipar fatura, que só podem ser feitas a partir do 2o mês).
  3. Não tem rendimento automático e a parte de investimentos é ruim e confusa (por exemplo, o fundo deles selic é D+0 até 13:30, depois disso é D+1. Do Neon você consegue o dinheiro na hora).
  4. Interface do cartão é suuuper confusa. Você não sabe quanto você já gastou nem quanto ainda pode gastar.. e se for final da fatura/começo de outra, fica ainda mais confuso. E vi gente reclamando no Facebook, se você tem compra parcelada fica ultra confuso.
  5. Até janeiro, cada vez que você reiniciava o Android, o app do Inter se abria sozinho. Parece SPAM. Não conseguiram ter o "guardião" pro PC igual os outros bancos, mas tentaram competir em chatice.
  6. Meu pai fez seguro com eles e não foi ativado porque perderam o papel e não falaram nada. Umas duas semanas depois, meu pai viu que não aparecia no app, entrou em contato, pediram uns dias, passou uma semana, encontraram o papel e o seguro foi efetivado. Muito profissionais.
  7. App não sabe diferença entre dólar pra outras moedas. Fiz compra em 1200kc que seria equivalente a ~300 reais, recebi notificação que tinha gasto 1200 dólares. Notificação essa, aliás, que parece que foi feita nas coxas. Horrível.
  8. Não conseguem cumprir com determinação do banco central. Na data limite pros bancos enviarem o informe de IR, entrei em contato, disseram "até tal data estará disponível". Mas o limite é hoje!!! "sim, mas até tal data estará disponível". What!?!?! --- E aí quando finalmente conseguiram fazer, tinha que acessar pelo site que é UM COMPLETO LIXO. Inclusive, estava dando erro pro meu pai, teve que entrar em contato e resolveram. No Neon é só entrar no app e apertar um botão. Nubank/Easynvest/Warren/etc mandam pra todo mundo sem pedir.
  9. Eles juram que não cobram spread em remessas internacionais, porém o dólar deles é 2% menor que o dos outros. Coincidência, né?
  10. Eles ficam se idolatrando nas redes sociais como se fosse o melhor banco do mundo. Neon não é ótimo mas pelo menos se conhecem e não te ilude ou engana. Já tive alguns problemas bizarros no Neon, mas sempre resolveram.
  11. Já aconteceu de eu ter que ficar DUAS SEMANAAAAASSSS SEM PODER ACESSAR MINHA CONTA por causa de erro deles. Você conseguiria ficar duas semanas sem acessar sua conta? Se sim, fique a vontade pra ser cliente deles.
  12. Tá cheio de gente com outros problemas, como banco caindo, esses dias até a operadora de celular deles caiu (só pesquisar). E agora tem gente reclamando que prometeram algumas promoções na operadora e não estão cumprindo.
  13. Nome do banco é inter (sim, eu sei que veio de intermedium) mas cartão não funciona fora do Brasil, dá default pra débito (e a maioria das maquinas não têm opção de mudar pra crédito, é automático, especialmente quando é contactless). Ou seja, NINGUÉM NUNCA TESTOU O BANCO INTER FORA DO BRASIL. Entrei em contato, maior lixo, não resolveu nada. Usei Nubank o resto da viagem pagando mais mas por um serviço que funciona.
  14. Quando estava em Barcelona, fui fazer uma compra online e entrou em um site especial do MasterCard para confirmar a compra. Banco Inter mandou SMS pra confirmar a compra (depois entrei em contato e sim, não há outra forma). Como eu estava fora do Brasil, eu não estava com meu chip pra receber SMS. Tentei o Nubank, foi só "toque ok no app", e funcionou.
A única coisa boa no Inter, que me levou a criar conta com eles, foi o 1% que cobram de spread em compras internacionais (contra 4% do Nubank). Só que a porcaria do cartão não funciona. E o banco é uma porcaria. Quando retornei de viagem, abri conta no Woop do Sicredi que também cobra 1%.
Meu conselho:
Se você é PJ, vá de Cora ou Conta Simples. Os dois possuem atendimento excepecional.
Se você é PF, Nubank > Woop (compra internacional) / Neon (nacional).
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2020.09.19 21:37 niallwhore Meu ex namorado estragou tudo e esse foi o maior favor que ele já me fez!

Segura que lá vem o textão com meu relato e uma mensagenzinha motivacional pra quem ta sofrendo por quem não te merece. :}
Esse ano eu conheci um rapaz por quem me apaixonei muito. A gente namorou por 5 meses e tivemos um relacionamento extremamente abusivo: ele me acusava constantemente de traição, não queria passar os finais de semana comigo, me agredia verbalmente, era obcecado com instagram e vivia brigando comigo por coisas fúteis relacionadas a redes sociais, não deixava eu ter amigos, não me avisava com antecedência quando ele ia sair pra visitar a amiga dele, sempre brigava comigo, ficava bravo quando eu comprava coisas pra mim, colocava palavras na minha boca, não confiava em mim nunca, ficou do lado do cara que me abusou psicologica e fisicamente - ao invés de acreditar em mim, ele ficava jogando essa história na minha cara como se eu tivesse culpa, além de tudo ele tinha CIÚMES do cara que me abusou. Enfim, comi o pão que o diabo amassou.
Foram 5 meses levando porrada, até que um dia ele desistiu de mim e terminou comigo. A justificativa dele era que eu ficaria melhor sem ele - ao invés de tentar trabalhar as coisas que estavam ruins, ele decidiu fugir. Ele terminou comigo umas 10 vezes enquanto a gente namorava e depois voltava atrás, mas essa última vez eu fui forte, peguei as palavras dele, aceitei o término e não voltei atrás.
Lidar com esse término tem sido extremamente difícil, porque eu ainda o amo demais, eu sinto falta dele todos os dias. Porém, desde que ele terminou comigo eu me apeguei aos meus amigos que se importam comigo, me reaproximei dessas pessoas e aprendi a ser um bom amigo novamente e estar ali pra eles.
Perder o direito de ter amigos quando eu namorei me fez valorizar muito mais as minhas amizades. É muito ruim e assustador não ter ninguém.
Estou passando por maus bocados, mas eu fico muito feliz de ver que não estou sozinho, sabe? De ter meus amigos e minha mãe me apoiando e me fazendo sentir como uma pessoa boa novamente (porque quando eu namorava ele fazia acusações tão graves sobre mim que saí me sentindo o pior monstro do mundo).
É bom demais desabafar com as pessoas próximas e não ouvir como resposta um “fica tranquilo que vai dar tudo certo” ou não me culparem por estar me sentindo mal e brigarem comigo igual meu ex fazia.
Eu estou podendo jogar videogame de novo, e não fico mais triste de passar os domingos sozinho, porque afinal eu estou solteiro, e ta tudo bem. Além de tudo, todo o espaço vazio que o fim do relacionamento deixou, eu estou usando para desenvolver projetos pessoais e profissionais, inclusive tenho uma amiga que ta me apoiando e me inspirando muito a explorar cada vez mais os meus potenciais.
Meu ex se arrependeu muito de ter terminado comigo e deixou claro várias vezes que faria de tudo pra me recuperar. Ele me disse que mudou, que se voltássemos a namorar tudo seria diferente, etc. Por mais atrativo que isso fosse, porque eu ainda o amava (e ainda o amo), eu fui forte e sempre tentava lembrar de tudo que eu fui forçado a deixar de lado porque ele mandou. Sem contar que o fato de ele ter me culpabilizado e me feito lembrar tantas vezes do abuso que sofri foi algo que eu não consegui perdoar.
Enfim, as semanas foram passando e depois de tantos surtos, indiretas injustas sobre mim que ele ficava postando nas redes sociais, entre outras coisas como o fato de ele ter ido brigar com uma amiga minha porque ela deu unfollow nele no instagram e de ele ter seguido um conhecido meu e dado block nele em sequência, as coisas foram acalmando um pouco. Ele parecia realmente estar mudando, e obvio que isso mexeu com meu coraçãozin de gado.
Embora não tivesse sido o bastante pra eu voltar pra ele, foi algo que me fez não querer afastar e tirar ele da minha vida. Eu deixei uma janelinha aberta pra ele entrar, caso se comportasse. E depois de vários dias que a gente estava se dando bem, eu decidi que iria acompanhar ele em um exame que ele ia fazer e ele falou que queria que eu fosse junto.
Eu fui acompanhá-lo e na hora de ir embora, ele disse que queria voltar pra mim e tal. Então eu conversei com ele durante horas com a maior honestidade sobre tudo que eu tava sentindo, e eu concluí a conversa dizendo a ele que se eu realmente sou o amor da vida dele e se ele realmente estivesse mudando, o tempo eventualmente iria mostrar e a gente iria acabar ficando juntos se fosse para ser. Ele disse que estava disposto a deixar o tempo mostrar que ele estava falando a verdade, então embora a gente não tenha decidido se afastar de vez nem voltar, a possibilidade tava ali no ar caso ele quisesse agarrar.
A conversa foi na quarta-feira. Quinta-feira eu segui no instagram um amigo de longa data com quem eu havia perdido contato. Em um plot twist bizarro, meu ex uma duas horas depois desse follow veio querer tirar satisfação comigo referente a este amigo que eu segui. Sendo que a gente tinha conversado sobre como esse tipo de comportamento dele era nocivo um dia antes.
Mano, eu fiquei puto com ele e me permiti surtar e falar o quanto que ele foi invasivo e o quanto essa situação foi fodida. Eu fiquei tão irritado com o que ele fez que não queria mais falar com ele. Ele me ligou algumas vezes durante a madrugada e mandou inúmeras mensagens implorando pelo perdão. Mas eu precisava ficar sozinho pra processar tudo aquilo.
É, galera, quando a gente ta apaixonado a gente é trouxa o bastante pra se decepcionar com a pessoa mesmo ela ja tendo vacilado com você inúmeras vezes antes.
Beleza né, no dia seguinte descubro que ele seguiu outro amigo meu com quem não tenho mais contato no instagram (e meu ex morria de ciúmes desse menino, porque nós já fomos muito próximos como amigos e tinha algumas fotos com ele no meu instagram). Além de ele ter dado follow no menino, eles trocaram vários likes em fotos. Eu vi aquilo e decidi que iria retirar meu ex das minhas redes sociais, eu chorei muito muito mesmo, mas beleza.
Menos de uma hora depois meu ex começou a me ligar de novo e implorar pra eu conversar com ele, porque ele não iria aguentar me perder e que precisava de mim. Eu primeiro tive que mandar uma foto minha chorando pra ver se ele acordava pra vida de que ele foi longe demais e depois fui bem grosseiro ao pedir para ele me deixar quieto. Ele disse que iria me deixar quieto, mas implorou pra eu não sumir de vez e encerrou com um “te amo, até”.
Depois dessa conversa fui conversar com esse meu amigo que ele seguiu no instagram, e o meu amigo disse que tinha conversado com meu ex pra tirar essa história a limpo (pra ver se ele ainda tava namorando comigo e tals) e meu amigo falou que meu ex disse que já tínhamos terminado e ele não queria mais ter nada a ver comigo. Além disso, meu ex falou sobre mim com deboche pra ele, como se o relacionamento tivesse dado errado e acabado por minha culpa.
Bom, gente, eu tinha tudo pra ficar arrasado com isso tudo, porque uns minutos antes o menino tava implorando por mim enquanto ele dava em cima de alguém que eu conheço e já fez parte da minha vida. Ele me acusou de traição durante 5 meses, e quem se provou um grande mentiroso e um traidor do mais baixo nível foi ele. Ontem eu finalmente entendi que ele tentava constantemente me diminuir e dizer que eu sou péssima pessoa, porque na verdade era ele quem fazia tudo isso e ele só estava projetando essas coisas em mim.
No final das contas, embora eu esteja muito triste, eu estou muito grato por ele ter estragado tudo e ter mostrado quem ele realmente é. Imaginem que merda se eu tivesse acreditado nele e voltado pra ele? Fico imaginando quantos chifres que eu levei durante esse relacionamento e fico muito feliz que todo esse abuso acabou.
Eu não estou contente, mas eu estou extremamente satisfeito que estou aprendendo a viver minha vida sem ele e me recuperando de um monte de merdas que aconteceram na minha vida (até antes mesmo de eu ter conhecido ele) ao lado dos amigos que se importam comigo e da minha família. Estou extremamente carente, mas eu nunca vou me submeter a voltar com alguém que me traiu dessa forma e ter esse conhecimento é tudo de bom, é libertador saber que quem mais apontou pra mim é a pessoa que mais fez as cagadas que falava que eu fazia.
Tudo isso pra eu dizer, meus amigos, que tudo bem sofrer por amor. Sua vida vale muito mais que um relacionamento abusivo ou alguém que te ilude. Se você ta malzão ou malzona porque seu amor te maltrata, te humilha, trai ou mente pra você, aprenda a se amar em primeiro lugar porque você tem potencial de fazer coisas incríveis! Onde há vida, há potencial.
Se você ta se sentindo sozinho se apegue aos seus amigos, se não tem amigos se apegue a sua família. Vai conhecer gente nova, às vezes perder uma pessoa nos faz sentir que estamos perdendo o nosso mundo, mas nós ainda teremos um universo inteiro para explorar.
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2020.09.19 16:41 HanSolo100 Vale E Azevedo - A ascensão e a queda de um Anti-Herói

Começo este post para falar de uma personagem que não é capaz de deixar ninguém indiferente pelos adeptos do nosso clube, falamos pois claro de João Vale E Azevedo (JVA).
Antes de começar o post permitam-me começar por apresentar-vos a definição de um anti-herói.
"Anti-heróis são personagens não inerentemente maus que, às vezes, praticam atos moralmente questionáveis. Contudo, algumas vezes é difícil traçar a linha que separa o anti-herói do vilão. No entanto, note-se que o anti-herói, diferente do vilão, costuma obter aprovação, seja através de seu carisma, seja por meio de seus objetivos muitas vezes justos ou ao menos compreensíveis, o que jamais os torna lícitos. A malandragem, por exemplo, é uma ferramenta tipicamente anti-heroica."
Esta descrição acaba de certa forma por demonstrar na perfeição aquilo que Vale E Azevedo foi enquanto presidente do Benfica.
Ao contrário daquilo que a cartilha do sistema Vieirista hoje pretende fazer-se passar o antigo presidente do Benfica não era o vilão, mas sim um anti-herói que apesar dos seus imensos defeitos era alguém a quem lhe gabo a virtude da coragem, de olhar de frente para os inimigos e que jamais baixava a cabeça na altura de os enfrentar. Alguém que apesar de tudo queria singrar e vencer mesmo face a uma herança miserável deixada por Manuel Damásio, o principal destruidor do Benfica que todos nós conhecemos.
Eleito em 31 de Outubro de 1997 com 51,5% dos votos Vale E Azevedo prometeu uma revolução gigante no mundo do Benfica, com várias promessas que chegaram a ser cumpridas e outras que nem tanto. A primeira delas todas foi o rompimento do contrato com a OliveiraDesportos, também conhecida por ser a empresa central do sistema.
Vale E Azevedo foi alguém que lutou arduamente contra os poderes de gente ligada a Joaquim Oliveira e à sua empresa que como todos sabemos, tinham intenções duvidosas para com o Benfica, o único presidente dos 3 que defendeu com todas as forças os interesses do Benfica para com aquele que foi um dos dinamizadores da década de domínio para o Porto.
E realidade é que este homem conseguiu meter a existência do sistema em perigo, sendo que esta luta acabou entre ameaças que acabaram por estender até à sua própria família onde a própria mulher e filhos se incluem.
Mas desengane-se quem pensa que as virtudes de João Vale E Azevedo apenas se limitavam à vida política. Em Janeiro de 1998 contra todas as expectativas e em pleno Vietname eis que consegue sacar um craque internacionalmente conhecido e consagrado, um jogador que esteve na alta roda do futebol mundial e que jogava numa das melhores equipas do mundo, um jogador que ficou em 10º lugar para a bota de ouro mundial uns anos antes. Falamos claramente de Karel Poborsky.
Eis que uns meses após a eleição Vale E Azevedo dá uma cartada de génio, apenas e só meses após ter sido reeleito. A sua contratação é algo que com Damásio nunca teria sido possível e apenas foi através de uma cartada de um visionário como Vale E Azevedo.
Nos seus 3 primeiros anos os resultados infelizmente escasseavam e a realidade é que enquanto o clube sofria as derrotas a realidade é que JVA se viu numa situação pouco agradável face aos anos em que o clube tendia em não vencer, pois os vestígios deixados por Manuel Damásio eram demasiado notórios face à situação que o clube passava. A acrescentar a isto também o facto de as competições europeias não terem o mesmo tipo de prémios que existem hoje em dia para saldar as dividas que na altura eram imensas. O que também acabou por não ajudar foram as várias artimanhas que o levaram a tirar dinheiro do clube para investimentos duvidosos, um pouco à semelhança daquilo que acontece com o atual presimente, Luís Filipe Vieira.
Entre 1999 e 2000 dois pontos altos na presidência de JVA sendo o primeiro a constituição de uma SAD que foi unanimemente aprovada pela larga maioria dos sócios e a segunda outra que perdura ainda hoje que marca o inicio das obras do centro de estágios do seixal no qual lançou a primeira pedra. Dois pontos que partiram da visão de um presidente hoje visto como um bicho papão.
Também surgem os planos para uma nova catedral mais moderna e mais à imagem daquela que vemos hoje em dia.
https://em-defesa-do-benfica.blogspot.com/2017/10/ja-fui-infiel.html
Mas avancemos até Setembro de 2000.Após a saída atribulada de João Vieira Pinto que foi uma das más decisões do seu reinado e a resignação de Jupp Heyckes, Vale E Azevedo decide fortemente apostar num nome que viria a mudar o futebol daquela década.
Falamos naturalmente de José Mourinho, o treinador escolhido pela direção benfiquista naquela altura.
Mourinho viria não só a conquistar o seio da equipa como os seus jogadores após imensos anos e a realidade é que pela luz já se sonhava um futuro risonho que se avizinhava sob comando do "Special One" que empolgava as bancadas e que conseguia fazer já muito com as peças limitadas que tinha.
A guerra nos tribunais com a Oliveira se avizinhava até ao fim e em desespero recorre a dois homens para tirar de lá aquele que estava até à data a ser o maior inimigo.
Vilarinho surge na linha da frente para fazer parte da cabala e Luís Filipe Vieira surge numa segunda para depois tomar controlo do clube.
E quando todos pensavam que a coisa iria finalmente endireitar-se, eis que Vilarinho vence contra todas as expectativas enganando tudo e todos. Após 3 anos, o sistema finalmente voltou a tomar as rédeas do maior clube português.
Vilarinho não apenas sabota a época em andamento do Benfica ao aproveitar-se do ultimato de Mourinho para o despedir e ir buscar Toni como quebra por completo a promessa de trazer Mário Jardel, que acabara mais tarde no Sporting.
Os planos para remodelação do estádio saem gorados por força de vontade do sistema que queria a todo o custo a implementação de novos estádios dos 3 grandes para o Euro 2004.
E como se não bastasse traz aquele que era até à data o homem de confiança de Pinto Da Costa, o homem que desviou Deco e Ovchinikov do Benfica para o Porto e titulou o Benfica como "clube de merda" anos antes.
Vilarinho sai sem qualquer título conquistado e cede a presidência a Vieira em 2003 e a escuridão finalmente apodera-se do clube. A dragartização do Benfica estava completa sendo o Benfica invadido por dragartos.
Em 17 anos o Benfica conquistou um total de 7 campeonatos enquanto que o Porto nos mesmos 17 conquistou 10, a acrescentar a isto os 5 troféus europeus dos quais 2 deles foram conquistados com aquele treinador que foi um dia uma aposta pessoal de Vale E Azevedo.
No meio de tantas humilhações sofridas pelas mãos do Porto seja na luz ou no dragão, Vieira consegue também perder 2 campeonatos em 3 para um clube falido e intervencionado pela UEFA, algo inédito em toda a história do clube.
Vieira consegue mais uma vez consolidar o seu lugar na história do Sport Lisboa E Benfica como o pior presidente de sempre e aquele que mais prejudicou o Benfica.
E é para terminar este post que volto a repetir.
Vale E Azevedo ao contrário daquilo que as pessoas dizem não foi um vilão, mas sim um anti-herói, alguém que tentou meter a justiça nas próprias mãos com a intenção de uma certa forma vir a singrar nas suas funções.
Vilarinho e Vieira foram os verdadeiros vilões desta história que hoje em dia saem pelos pingos da chuva, duas personagens vilanescas e malfeitoras que destruíram por completo aquilo que o Benfica podia ter sido e foram alimentando ao longo destes anos todos a corja do Norte.
Vieira é sem sombra de dúvidas o pior presidente da história do clube.
E fazendo jus às palavras de JVA meses antes de perder as eleições em 2000:
"Vale e Azevedo: «Se saísse agora, era o caos»"
E foi...
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2020.09.18 14:34 UninformedImmigrant U wot m8? Estórias de um gajo que se mudou para o UK [Capítulo 0: Introdução]

Post anterior: https://www.reddit.com/portugal/comments/itrx1l/estou_a_pensar_escrever_uma_s%C3%A9rie_de_textos_sobre/
Olá amigos.
Perguntei-vos se estariam interessados numa série de posts acerca da minha experiência enquanto emigrante no UK. A resposta pareceu positiva, por isso vou começar a publicar o que vou escrevendo. Este primeiro post serve de introdução para ditar o mote dos restantes; aproveito para deixar aqui uma série de notas que depois escuso de repetir nos seguintes.

Que merda é esta?

Há-de ser um relato mais ou menos organizado da minha vivência como emigrante, escritos de forma predominantemente episódica. Cada capítulo pretenderá abordar um tema diferente que, na minha opinião, poderá afectar outras pessoas na mesma situação que eu. Basicamente, cada capítulo relatará grosso modo uma situação que me fez pensar "puta que pariu, porque é que não me disseram isto antes?"
Mais concretamente, quero:
Antes de começarmos, algumas coisas importantes de referir:

O que é que vem a seguir?

Este post é uma introdução muito básica ao "projecto" que estou a começar. Neste momento tenho esta introdução escrita, e mais alguns capítulos pensados e alinhavados. Para já, tenho alguns temas principais acerca dos quais gostaria de (ou comecei a) escrever:
Não os vou escrever por ordem, garantidamente. Sintam-se à vontade para sugerir tópicos, já acrescentei um ou outro de comments no outro post. Vou tentar manter os posts ligados uns com os outros com um índice ali no topo.

Quem és tu, e porque é que hei-de querer saber disto?

Por razão nenhuma. Lê este; se gostares, provavelmente vais gostar do resto. Se achaste que é só um gajo a dissertar sobre temas da vida, então acertaste na mouche. Se não gostas de gajos a dissertar sobre temas da vida, talvez não gostes disto.
Eu sou um gajo qualquer, suspeito que parecido com muitos vós: casa dos 30, carreira em tecnologia, mania que é esperto, emigrado recente. Acho que a minha experiência enquanto emigrante é deprimentemente mediana, e é aí que vejo o valor deste esforço. Entre decidir que queria vir e o dia de hoje, passei por uma série de situações que suspeito que muitos outros também atravessaram, e para as quais gostaria de ter tido aviso. Alguns exemplos de que me lembro de repente:
Eu também não sabia de nenhuma destas (e outras coisas), e às vezes saiu-me do bolso não saber disso.
A minha experiência provavelmente foge da média em alguns aspectos cruciais: não vivo nem trabalho numa cidade, vim já com um contrato de trabalho permanente assinado, e por aí fora. Escrever sobre alguns desses aspectos talvez passe a ser mais um exercício de memória pessoal que outra coisa, ou talvez as minhas peripécias pessoas ressoem com alguém, logo vemos.

Motivação

Um bocadinho do que está por trás das razões que me trouxeram para aqui:

Porquê NÃO emigrar?

Quando fui entrevistado para a posição em que estou agora, o entrevistador final (depois de umas 5 entrevistas para a mesma posição) perguntou-me: "estás nessa empresa há coisa de um ano, porque é que te queres mudar?". A minha resposta foi simples: não quero.
Em Portugal a vida tem uma leveza que não consigo encontrar em mais lado nenhum. Ganha-se pouco, é certo, e as oportunidades são muito limitadas, mas:
e por aí fora. A minha vida em Portugal era de uma tranquilidade incrível. O trabalho era especializado e pouco exigente, trabalhava com amigos de longa data na minha área de formação (que adoro). A minha rotina estava extremamente solidificada, vivia numa cidade que adoro (ah Coimbra!), conseguia-me facilmente sustentar, vivia numa casa boa numa zona boa. Visto de fora, tudo estava OK. A opção fácil teria sido deixar-me ficar; tinha facilmente emprego para a vida e poucas chatices.
Ainda assim...

Porquê emigrar?

Há uma certa insatisfação que vem com o saber que chegaste ao topo muito cedo, e que o topo não é tão alto como querias. Eu sou extremamente ambicioso, não do ponto de vista materialista e egoísta, mas mais numa eterna ânsia de ser melhor no que faço. Eu tive a espectacular sorte de escolher uma profissão pela qual me apaixonei, e de ter conseguido sempre trabalhar nela estes anos todos. O meu trabalho foi aparentemente tendo qualidade, e fui indo por aí acima. Um mestrado vira doutoramento, que vira bolsas, que vira escrita de projectos, que vira posições em empresas, que vira posições séniores.
No entanto, há um tecto máximo para o que se pode fazer em Portugal na minha área: o mercado é dominado por empresas muito pequeninas, altamente subsidiodependentes, e nas quais honestamente não vejo futuro. Eu não quero passar o resto da minha vida profissional a trabalhar num "one-man army", eternamente a desenvolver soluções que nunca vão vingar porque, convenhamos, há limites para o que uma equipa pequena consegue fazer. É extremamente descolhoante ver o nosso trabalho, que toda a gente diz que é muito bom, ficar perpetuamente atrás por falta de recursos, ou manpower, ou investimento, ou o que lhe quisermos chamar. Dei por mim a tornar-me uma pessoa frustrada, daquelas que vêm as notícias e dizem mal de tudo, mesmo do bom; pequenino e sempre zangado. Decidi procurar outras coisas.
Mudei-me para o UK com contrato assinado para uma multinacional gigantesca, bom salário, boa zona do país e, acima de tudo, projectos incríveis desenvolvidos por pessoas com as quais tenho aprendido muito. Estou novamente no caminho certo.
Eu não me mudei pelo clássico "ganhar mais". Obviamente que triplicar o salário de um dia para o outro é fixe, obviamente que é fixe comprar carros a pronto (mais sobre isso mais tarde), obviamente que ir às compras e nem olhar para a conta é bom; mas há mais que mova um gajo. O salário é um factor, mas é um factor.
Abraços, e obrigado por virem à minha TED talk.
Edit: desculpem a formatação manhosa no início, esqueci-me do modo markdown.
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2020.09.17 15:23 ImUrMaster plano a médio/longo prazo

Boa tarde, estou desde o inicio do ano a recolher mais informação de como conseguir ter rendimentos passivos e “sem fim”, pois tenho algum dinheiro de parte e não estou com muita vontade de o aplicar em imóveis, ou seja, comprar casas e arrendar, é que tanto pode correr bem, como ser uma dor de cabeça, além do que, fazendo as contas bem feitas, o rendimento vs risco, pode nem ser assim muito “apetitoso” posto isto, tenho andado a procurar informação, fazendo alguma pesquisa, etc.
Posto isto, segue as duvidas: por exemplo:neste momento as acções da galp estão com uma cotação de 9,01€ e pagou um dividendo de 0,7€ anual, ou seja, por cada acção em minha posse à data da distribuição de dividendos irei receber 0,7€ de cada 9,01€ investidos (sei que isto é tudo valores teoricos e que podem mudar, mas para este post é mais facil valores “certos”)
ou seja... vamos imaginar que compro:
1000 acções galp – 9010€ (mais tachos) 1000 acções galp em dividendos – 0,7*1000 = 700€ ou seja, este tipo de investimento (na ideia perfeita que o valor de vividendo se vai manter) posso calcular que: 9010/700 = 12,87 anos ou seja, sem impostos e com a ideia que o valor de dividendo se vai manter, este investimento em acções galp, ao final de 12,87 anos, ficava “pago” e a partir dessa altura, iria ter um rendimento passivo. Está correcto esta linha de pensamento ?
A minha ideia não era levantar o dinheiro, mas sim reenvestir todos os anos com os dividendos recebidos, alem do que poderia haver reforço na compra de acções/posição.
Basicamente o que gostava de conseguitentar e estou a trabalhar nisso, é conseguir ter um rendimento passivo que daqui a cerca de 15 anos, com a ideia de nessa altura poder ficar “sem trabalhar” e ter rendimento passivo para poder estar a vontade, viajar, viver, etc.
Sei que isto é tudo teorico, mas a ideia está minimamente certa, ou estou a ver mal o plano algures ?
É que por exemplo: acções galp: 1000 – custo 9010€ dividendos: 0,7€ dividendos anual: 700€ anos para pagamento: 12,87
acções jeromino martins: 1000 – custo 14010€ dividentos: 0,207 dividendos anual: 207 anos para pagamento: 67,68
acções edp renovaveis: 1000 – custo 14080€ dividendos: 0,08€ dividendos anual: 80€ anos para pagamento: 176
acções sonae: 1000 – custo 605€ dividendos: 0,0463 dividendos anual: 46,3€ anos para pagamento: 13,06
Ou seja, de uma forma muito, mas mesmo muito simples nestes 4 exemplos (teoricamente) iria ter um investimento inicial de: 9010+14010+14080+605 = 37705€ a receber anualmente: 700+207+176+46,3 = 1129,3€
Ou seja... 37705/1129,3 = 33,38 anos, até o retorno do investimento estar “pago” e haver lucro a +100%
A minha duvida, como já expus em cima, é se isto pode ser pensado/feito com estas contas, sei que as empresas podem não pagar os ditos dividendos, podem falir, podem ser compradas, etc, mas penso que a base da duvida está explicada.
A outra duvida que tenho e ainda não consegui perceber é no que toca aos ETF's, ainda não consegui perceber muito bem, se aqui se consegue ter um ganho passivo (?) ou se apenas nas compras/vendas deste tipo de produto financeiro.
Do que consegui apurar, (corrigam) se estiver errado sff, um ETF é basicamente um grupo de acções de várias empresas comprado em bloco, correcto ?
Eu basicamente, não quero ganhar o mundo, quero é investir para a médio e longo prazo poder ter retorno e poder aproveita alguma qualidade de vida, sem estar muito preocupado.

Obrigado e bons nnegócios/investimentos.
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2020.09.16 02:01 jhowsolito 9 verdades e 1 mentira

Eu sei que a galera aqui tá se sentindo órfã sem o mistério de onde o JN e o Azaghal estão morando. Então, que tal ressuscitar uma outra questão nunca solucionada?
Em 2015, em um Nerdoffice que bateu com a marcante data de 1º de Abril, JN e Azaghal fizeram um programa temático. A proposta era contar 10 fatos sobre eles, sendo que 9 eram mentira e 1 era verdade. O vídeo é esse aqui.
Vamos então aos pontos que eles falaram.
Na teoria, um desses é verdade e o resto é mentira. Mas vale lembrar que foi lançado no dia 1º de abril, então pode ter uma trolagem aí.
Mas e aí, o que é verdade e o que é mentira?
Edit: eu errei o título e agora não consigo mais trocar. Na verdade são 9 mentiras e 1 verdade.
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2020.09.14 22:15 boinabbc [HIRING] Becario - Data Scientist (Digital Office) at Almirall Hermal GmbH in Barcelona, Barcelona provincia

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2020.09.14 21:00 boinabbc [HIRING] Becario - Data Scientist (Digital Office) at Almirall in Barcelona, Barcelona provincia

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2020.09.14 03:04 KatarinaMolovSOP É muito difícil ter empatia dentro de casa

Hoje eu desisti. Desde muito tempo venho me sentindo um lixo por causa da pandemia. O apocalipse chegou no Brasil quando eu finalmente consegui conquistar coisas que eu lutei pra conseguir. Finalmente tinha um emprego de carteira assinada depois de 2 anos procurando, finalmente tinha conseguido passar no curso que eu tanto queria, na faculdade que eu queria, e eu finalmente estava melhorando da depressão que me acompanha desde os 14 anos.
E ai o Corona chegou na minha cidade. Não perdi o emprego, fui para home office, mas as cobranças aumentaram de maneira exponencial, e minhas aulas foram suspensas por tempo indeteminado.
Passam 6 meses e continuamos na mesma, porém a cobrança do emprego aumentou tanto, mas tanto, que eu passo mal todos os dias por causa do estresse, e minhas aulas começaram em agosto com previsão pra acabar o primeiro período na primeira semana de outubro. A ideia da faculdade foi comprimir dois períodos em 6 meses, então estou lotada de trabalho até o pescoço, e tem a depressão, ah, a fudida da depressão que me acompanha a quase 7 anos... Eu afundei nela.
Hoje de manhã na hora do café eu chorei, e chorei muito, falei pra minha mãe o tanto que eu sentia saudades de comprar um picolé no mercadinho e poder voltar a pé pra casa tomando meu picolé, sem ter que me preocupar de passar álcool na embalagem. Falei da saudade que eu sinto de andar de ônibus, de abraçar meus amigos, de ir no cinema. Falei sobre o tanto que eu sinto falta da normalidade, e que não aguento mais ficar trancada em casa por culpa de gente que não respeitou o isolamento logo no início e agora criou esse efeito cascata que nos prende em casa desde o mês 3.
Ela me disse pra parar com isso, já que todo mundo tá assim. Eu só queria ser escutada.
Depois minha tia veio perguntar como eu estou e eu comecei a chorar e disse a mesma coisa para ela, e ela me disse que isso é falta de fé.
Depois veio a minha irmã e juntou no bonde e me disse que eu choro demais e deixo todo mundo da casa mal.
Eu só queria ser escutada
E ai as três juntaram para falar que eu não devia estar triste desse jeito já que eu faço tratamento psicológico e psiquiátrico, falaram que minha terapia e meu remédio não valem de nada, já que eu continuo desse jeito. E falaram um monte, por quase duas horas. Fui desabafar e acabei levando xingo.
Bom, eu desisto. Já falei pra psicologa que eu vou parar com a terapia e agradeci ela pelas sessões que tivemos, já fiz uma lista com as despesas que eu tenho e deixei explicado onde está o dinheiro para pagar elas, e fiz uma lista com minhas contas bancárias que precisarão ser encerradas, e já escolhi minha data, que é depois do fim do meu período, já que tenho muitos trabalhos em grupo e não quero deixar ninguém na mão.
É isso, eu desisto, e vou embora assim que o período acabar. Não quero ser mais um estorvo pra essa merda chamada família. Eu já cheguei no meu limite, e já passei por muito abuso físico aqui dentro que não dá pra resumir em um só post, essa falta de pelo menos um ombro pra chorar foi a gota d'água. Daqui 4 semanas eu vou estar em paz, e é isso. Tempo suficiente pra ajeitar o que precisa ser ajeitado.
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2020.09.13 01:03 Rough_Wishbone_6024 Encerrando Ciclos


Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos - não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.
Foi despedido do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu. Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irmã, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.
Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração - e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do “momento ideal”. Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará.
Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.
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2020.09.11 23:59 Pretty-Gap7378 Doença mental

Sinto que algo não está bem. Sinto um sufoco no peito que não me deixa respirar, um nó na garganta que não se desfaz. Tento, de todas as formas e feitios, encontrar o culpado desta dor que me aflige e sufoca a alma. Após desabafos, fármacos e mais fármacos, concluo que a culpa reside em mim. Durante anos carrego-a como se fosse uma sombra. Persegue-me a cada passo, conseguindo-a ignorar apenas na escuridão. Se há reflexão tenho vindo a fazer ao longo dos meus miseráveis 24 anos de existência é a de que as minhas tentativas de encontrar a culpa do meu sofrimento não me levaram a lugar nenhum, se não antes a piorar a minha própria dor.
Vou-vos contar uma história. Nasci numa pequena aldeia. Apesar de sempre ter vivido nessa pequena e pacata aldeia à beira-mar plantada, nunca senti que aquela fosse a minha casa. Isto porque, em parte, cresci e morei até aos 3 anos de idade numa casa muito pobre, mas cheia de amor, a casa da minha querida avó Maria, numa outra pequena aldeia no campo. Maria do Carmo, de seu nome, é a típica avó que surge nos filmes da Disney, uma senhora idosa e frágil, mas de um coração e bondade enormes. Tal como nos contos de fadas, a minha avó também me ensinou a ser bondosa, respeitar o outro, ter compaixão, a partilhar e sobretudo a amar. Fui muito feliz naquele casebre, onde brincava desde o nascer ao por do sol na natureza, convivia com os animais da quinta e ajudava nas pequenas tarefas que me faziam sorrir.
Com os 3 anos feitos, tinha chegado a altura de entrar no jardim de infância. A adaptação foi fácil, as funcionárias eram carinhosas e faziam-me lembrar de alguma forma a educação e valores transmitidos pela minha avó. Tudo mudou quando chegou a altura de entrar na escola primária. Até aquela data, só conhecia amor, carinho e bondade. Tudo se desmoronou depois, o meu conto de fadas havia terminado. A escola primária localizava-se precisamente na pequena aldeia onde nasci. Aqui as pessoas eram frias e mesquinhas e, tal como os abutres, esperavam sempre a próxima vítima para se poderem alimentar da sua dor. Não possuíam qualquer tipo de cultura e a sua vida insignificante resumia-se a um consumismo desenfreado que lhes trazia, presumo eu, algum tipo de alívio à sua triste existência.
Fui obrigada, por motivos profissionais quer da minha mãe, que trabalhava longe, quer do meu pai, que fazia turnos rotativos, a passar muito mais do que as 8 horas de escola a conviver com aquela gente tóxica. Aos 6 anos de idade, após alguns meses naquela escola e a conviver 12 horas por dia com aquela gente, vim a desenvolver uma depressão infantil. Com muita psicoterapia, consegui ultrapassá-la, mas as sequelas ficaram até hoje.
Ainda hoje culpo a minha mãe por ser ausente e egocêntrica, talvez exagere nas acusações, uma vez que esta nunca me abandonou efetivamente, mas culpo-a por me ter deixado naquele ambiente hostil, que mudou até hoje a minha personalidade e me deixou marcas para sempre.
Este é, possivelmente, o evento mais traumático pelo qual já passei até hoje e sei que provavelmente nunca irei conseguir ultrapassa-lo verdadeiramente. Hoje, em retrospetiva, percebo que a minha depressão se deveu ao facto de sofrer abusos psicológicos por parte das pessoas com quem passava a maior parte do meu tempo e por me sentir indefesa, já que os meus pais estavam demasiado longe para me protegerem. Vou contar-vos um exemplo, durante o intervalo escolar, era hábito as mães dos alunos irem à escola dar os lanches aos seus pequenotes (sim, ouviram bem), elas não tinham trabalho, então dedicavam-se inteiramente a tarefas mundanas para ocupar o seu tempo. Por incrível que vos pareça, eu era a única criança naquele intervalo que não tinha um pai ou avó por perto. Lanchava completamente sozinha, a um canto, como uma pessoa sem amigos. Além destes episódios, nunca tive sorte com as pessoas que me rodeavam que, apesar de crianças, também elas já haviam crescido naquele ambiente tóxico e mesquinho e conseguiam ser realmente más. Uma vez, obrigaram-me a pisar cocó de cão sob a ameaça que iriam dizer aos meus pais que eu me tinha despido em frente a um rapaz da escola (algo que constituía obviamente uma mentira) e eu, indefesa, simplesmente cedi. São feridas que nunca saram, algo que não se explica.
O ambiente familiar também não ajudava, o contraste de uma casa alegre e feliz, a dos meus avós, com a dos meus pais era enorme. Contextualizando, irei descrever-vos brevemente a minha mãe: uma senhora aparentemente simpática e comunicativa, de boa aparência que possui um emprego estável. A realidade: uma pessoa completamente desequilibrada a nível mental que possui algo a que eu classifico como o transtorno dos transtornos, isto porque ela apresenta traços de várias condições psiquiátricas e não há forma de lidar com isso. Primeiro, viciada em compras – o meu pai tem um bom ordenado e ainda assim conseguíamos passar dificuldades todos os meses – depois, acumuladora compulsiva – estão a ver aqueles programas em que as pessoas têm a sua casa amontoada de lixo até ao teto? – sim é isto mesmo, a diferença é que há pessoas aqui para arrumar a casa e que deitam efetivamente as coisas para o lixo. Além disso, é uma pessoa extremamente egoísta e egocêntrica, com características subtis de narcisismo – achar que tem sempre razão, os seus problemas são os piores do mundo, enfim. Isto foi um pequeno resumo, ah e esperem, ela também tem características típicas de síndrome boderline, quando uma pessoa explode por coisíssima nenhuma. Estão a ver o filme aqui em casa não estão?
O meu pai, uma pessoa calma, pacifica, muito perfecionista. O seu maior defeito, ter a minha mãe como sua mulher. É triste dizer isto, mas é verdade.
Depois da depressão infantil, a minha vida não ficou mais fácil, pelo contrário, virou uma catástrofe. A mudança da escola primária para o ciclo poderia ter sido uma experiência positiva, já que iria conhecer pessoas novas, talvez melhores que as anteriores. Isso foi, em parte, verdade, porém o problema é que eu era uma criança muito feia. Quando digo feia não estou a exagerar, cheguei a receber o prémio de rapariga mais feia da escola (a sério), houve um concurso amador feito pelos rapazes da minha turma, que fizeram questão de me fazer chegar o prémio. Desde aí, o clima era terrível, rapazes a gozarem comigo, raparigas a excluírem-me porque não iriam ser amigas de uma pessoa terrivelmente horrorosa, cheia de borbulhas pustulentas na cara e dentes tortos e amarelos.
Quando a puberdade acabou, as coisas começaram a melhorar, e muito. Deixei de usar óculos, deixei de ter borbulhas, o patinho feio tinha deixado de ser assim tão feio. A minha vida deu uma volta de 360º, conheci os amigos que tenho até hoje e estou muito grata por este percurso, apesar de todo o sofrimento que passei durante os meus primeiros 14 anos de existência.
No entanto, de vez em quando, surge esta angústia, esta dor que não desaparece, esta ânsia por culpar alguém, que na realidade não existe. Julgo que não serei capaz de ultrapassar todos os traumas a 100%, mas gostaria de os esquecer, nem que um bocadinho. Há dias que olho para um objeto e subitamente lá surge uma memória ou outra associada a um dos muitos episódios de trauma vividos na infância. É algo que me afeta e afetará para sempre, mas também é algo que me define enquanto ser humano. Sinto-me, apesar de tudo, orgulhosa por ter ultrapassado tudo sozinha e ter conseguido tornar-me na pessoa que sou hoje. Já tive os meus altos e baixos, muito baixos mesmo, dos quais não me orgulho. Mas a vida é mesmo assim, uma aprendizagem. Quem nunca errou?
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2020.09.11 14:06 Morocotacoin Bitcoin aumentó su usabilidad con la pandemia de Covid-19

Bitcoin aumentó su usabilidad con la pandemia de Covid-19


Un informe trimestral sobre activos digitales confirmó que la pandemia mundial por Covid-19 aumentó la adopción y usabilidad de bitcoin (BTC) como instrumento de intercambio comercial, reseñó DBS.
El economista del DBS Bank, Taimur Baig, afirmó que la multinacional de servicios financieros hizo un estudio durante los últimos tres meses, donde comprobó el liderazgo de bitcoin sobre otras criptomonedas en países como Alemania, Suiza y Singapur.
Baig indicó que la demanda de bitcoin antes de iniciar la pandemia por Coronavirus “era en gran medida especulativa”.
A su juicio, muchas personas invirtieron el 1% de sus fondos en bitcoin por dos razones: en primer lugar, porque tenían curiosidad ­y segundo porque querían ser parte del negocio.
El informe del DBS Bank señala que una vez culmine la pandemia por Covid-19 gran parte de la población mundial comenzará a ver a bitcoin y otras criptomonedas “como una salida al dólar y un puerto [económico] seguro”.

Bitcoin se asemeja al oro

El economista Taimur Baig afirmó que el bitcoin no puede ser considerado un tipo de cambio frente al dólar estadounidense.
En ese sentido, ratificó que las criptomonedas no pueden ser dependientes de los sistemas económicos del mundo.
Baig dijo que bitcoin se asemeja más al valor del oro en los mercados, lo que significaría diferentes tipos de cambio frente al dólar.
Finalmente, el economista del DBS Bank, Taimur Baig, considera positivo el desarrollo de monedas digitales (CBDC) por parte de algunos bancos centrales de países del mundo.
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2020.09.11 14:03 Morocotacoin Bitcoin aumentó su usabilidad con la pandemia de Covid-19

Bitcoin aumentó su usabilidad con la pandemia de Covid-19


Un informe trimestral sobre activos digitales confirmó que la pandemia mundial por Covid-19 aumentó la adopción y usabilidad de bitcoin (BTC) como instrumento de intercambio comercial, reseñó DBS.
El economista del DBS Bank, Taimur Baig, afirmó que la multinacional de servicios financieros hizo un estudio durante los últimos tres meses, donde comprobó el liderazgo de bitcoin sobre otras criptomonedas en países como Alemania, Suiza y Singapur.
Baig indicó que la demanda de bitcoin antes de iniciar la pandemia por Coronavirus “era en gran medida especulativa”.
A su juicio, muchas personas invirtieron el 1% de sus fondos en bitcoin por dos razones: en primer lugar, porque tenían curiosidad ­y segundo porque querían ser parte del negocio.
El informe del DBS Bank señala que una vez culmine la pandemia por Covid-19 gran parte de la población mundial comenzará a ver a bitcoin y otras criptomonedas “como una salida al dólar y un puerto [económico] seguro”.

Bitcoin se asemeja al oro

El economista Taimur Baig afirmó que el bitcoin no puede ser considerado un tipo de cambio frente al dólar estadounidense.
En ese sentido, ratificó que las criptomonedas no pueden ser dependientes de los sistemas económicos del mundo.
Baig dijo que bitcoin se asemeja más al valor del oro en los mercados, lo que significaría diferentes tipos de cambio frente al dólar.
Finalmente, el economista del DBS Bank, Taimur Baig, considera positivo el desarrollo de monedas digitales (CBDC) por parte de algunos bancos centrales de países del mundo.
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2020.09.10 13:57 gustavorochacom Head de Compliance e DPO: Pode ser um só?

Divido o artigo do advogado Luis Fernando Prado Chaves do escritório Daniel Law sobre este tema tão relevante: Pode o DPO ser o mesmo de compliance?
O comparativo traçado pelo autor é completo e bem instigante e teço alguns comentários após:
Bélgica: Empresa é multada por ter nomeado head de compliance, auditoria e riscos como DPO.
Por: Luis Fernando Prado Chaves*
Na última semana, mais precisamente no dia 28/04/2020, em decisão que chocou parte dos especialistas europeus em proteção de dados, a Autoridade Belga (íntegra da decisão em holandês) multou uma operadora de telefonia em 50 mil euros em razão de inadequada nomeação de DPO (em português, encarregado de proteção de dados).
Após um incidente de segurança, a Autoridade daquele país realizou investigação sobre as práticas da empresa em matéria de proteção de dados e concluiu pela impossibilidade de cumulação das funções de DPO e head de compliance, pois as rotinas de compliance demandam tratamento constante e relevante de dados pessoais, o que inviabilizaria a supervisão independente de tais atividades por parte do DPO por se tratar da mesma pessoa. Ainda, tal cumulação de cargos, segundo a Autoridade Belga, revela um “significante grau de negligência” por parte da empresa investigada, o que culminou na aplicação da multa de 50 mil euros, que, à primeira vista, pode não parecer grande coisa, mas é a maior sanção administrativa imposta até agora pela Autoridade Belga, segundo os colegas europeus do escritório Fieldfisher.
O espanto dos profissionais de privacidade europeus se justifica em razão de a decisão ser considerada excessivamente rigorosa, já que: (i) o GDPR permite a cumulação do cargo de DPO com outras funções, desde que não haja conflito de interesses; (ii) as guidelines do WP29 (atual European Data Protection Board – EDPB) sobre DPO não chegam a esse nível de rigor, mencionando (tudo bem que a título de exemplo) posições de conflito com o DPO que passam longe daquilo que faz a pessoa em posição de head de compliance; e (iii) muitas empresas na Europa – tal como vem acontecendo no Brasil – nomearam seus heads de compliance como DPO, sendo que, apesar dos riscos jurídicos envolvidos, isso nunca tinha sido um problema efetivo à luz de proteção de dados até então.
Inclusive, segundo o último relatório de governança disponibilizado pela IAPP em conjunto com a EY, em 18% dos casos o DPO se reporta ao(à) head de compliance da organização. Não preciso nem mencionar que o precedente belga deixou o pessoal em terras de GDPR de cabelo em pé, colocando em xeque programas de governança em proteção de dados e fazendo uma dúvida inquietante atravessar o Atlântico:

Mas, afinal, aqui no Brasil DPO vai poder acumular o cargo de head de compliance?

Bem, se lá no primeiro mundo, onde o GDPR é realidade, há muitos colegas discordando e encarando com perplexidade a decisão da Autoridade Belga, aqui no Brasil precisamos lembrar que a LGPD é omissa em relação ao acúmulo de funções, não dispondo sequer (ao menos não de maneira expressa) sobre a necessidade de se evitar conflito de interesses. Portanto, podemos concluir que é totalmente viável que o DPO acumule função, mas alguns alertas devem ser feitos – e o precedente belga deveria fazer com que abríssemos ainda mais os olhos.
Considerando a influência do direito europeu de proteção de dados sobre o brasileiro, bem como as tendências interpretativas que são esperadas da doutrina, jurisprudência e autoridade nacional, devemos considerar a ação de evitar conflito de interesses nas atribuições do DPO, senão como obrigação implícita decorrente do artigo 41, §2o, III (que estabelece como função do DPO o dever de orientar os funcionários e os contratados da entidade a respeito das práticas a serem tomadas em relação à proteção de dados pessoais), ao menos como uma prática fortemente recomendável, para dar efetividade ao artigo 50 da LGPD (que aborda os elementos de um programa de governança adequado).
Abaixo, apresento breves dicas de como materializar tal prática:
✓ Dotar o DPO de independência para exercer suas funções;
✓ Prover os recursos necessários, conforme o tamanho da organização, para que as funções do DPO sejam realizadas a contento;
✓ Idealmente, não imergir o DPO em áreas/estruturas que ele deverá analisar criticamente, tais como:
📷 Compliance: o DPO deve analisar as operações de background-check que envolvem dados pessoais e são conduzidas por essa área;
📷 TI: o setor de TI é responsável, por exemplo, pela aquisição de tecnologia da empresa, o que, no melhor cenário, deveria contar com uma análise isenta por parte do DPO;
📷 Segurança da Informação: também no contexto ideal, o DPO deveria servir como uma segunda opinião em relação a assuntos que envolvam segurança da informação aplicada a dados pessoais;
📷 Outras áreas de conflito evidente: são exemplos de áreas que podem trazer notório conflito de interesses em relação às atividades de DPO: RH, marketing, inovação, digital, big data, comercial/vendas etc.
Além disso, é importante que o DPO tenha as seguintes garantias que prestigiam a independência a ser perseguida:
➢ Ter acesso às lideranças das áreas-chave da empresa;
➢ Ter recursos (humanos e materiais) para o desempenho de suas funções;
➢ Reportar-se ao mais alto nível gerencial da organização; e
➢ Ter autonomia para exercício de suas atividades sem que sua atuação sofra pressões por resultados financeiros ou metas comerciais.
É claro que aqui estamos falando do mundo ideal. Em algumas organizações, principalmente em razão do porte e orçamento, não será possível criar uma área autônoma para o DPO e seu time, que se reporte ao mais alto nível gerencial como mandam as melhores práticas. Na maioria desses casos, a solução será mesmo a de cumular funções, ocasião em que será de extrema importância a implementação de mecanismos por parte da companhia para lidar com os conflitos de interesses que surgirão no dia-a-dia.
Enfim, como (quase) tudo na jornada de governança em proteção de dados, também para a estruturação de um cargo efetivo de DPO não há fórmula única. No entanto, o precedente belga deixa claro algo que é aplicável aqui ou lá: se o seu DPO for apenas para inglês ver, a caneta da autoridade poderá agir. Todo cuidado é pouco nos programas de adequação à LGPD, especialmente no desenho da estrutura de governança, para que as medidas adotadas pelas organizações não sejam interpretadas como “significante grau de negligência“.
\ Luis Fernando Prado Chaves é sócio e head da área de Direito Digital e Proteção de Dados da Daniel Advogados. Profissional de privacidade (CIPP/E) certificado pela International Association of Privacy Professionals (IAPP). Advogado reconhecido como um dos mais admirados pelo anuário Análise 500 (2019). Premiado como Legal Influencer na categoria “Leading author for Technology, Media and Telecom (TMT) – Central and South America” pelo portal jurídico Lexology. Possui mestrado (LLM) em Derecho Digital y Sociedad de la Información pela Universitat de Barcelona. Especialista em Propriedade Intelectual e Novos Negócios pela FGV DIREITO SP. Graduado em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Co-autor dos livros “Comentários ao GDPR – Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia” e “LGPD Comentada” (Ed. Revista dos Tribunais). Professor e palestrante convidado em diversas instituições de ensino do país. Foi pesquisador externo do Grupo de Ensino e Pesquisa em Inovação (GEPI) da FGV Direito SP, onde participou das contribuições ao Anteprojeto de Lei sobre Proteção de Dados (Ministério da Justiça), que resultou na LGPD.*
Luis Fernando Prado Chaves CIPP/E Partner @ Daniel Law Head de Direito Digital, Privacidade e Proteção de Dados IT, Privacy & Data Protection
Interessante não?
Numa primeira análise, concordo com a Bélgica, devemos ter figuras diferentes entre head de compliance e DPO. Seus trabalhos são diversos e podem ser influenciados um pelo outro, além de poder gerar decisões antagônicas e quiçá contraditórias…
Mais um assunto para LGPD em 2021!
#FraternoAbraço #GustavoRocha (51) 98163.3333 [[email protected]](mailto:[email protected]) www.gustavorocha.com @ConsultorGustavoRocha Instagram Facebook LinkedIn
#Consultoria GustavoRocha.com Gestão, Tecnologia e Marketing Estratégicos Robôs Inteligência Artificial Jurimetria Marketing Jurídico Fluxos Internos Plano de Carreira Financeiro @GustavoRochaCom Twitter Facebook LinkedIn YouTube Gustavo Rocha Podcast Spotify
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2020.09.09 16:41 futebolstats Coluna – Brasileirão com jogos adiados não anima torcedor

A série A do Brasileirão terá, a partir desta quarta-feira (9), a disputa da nona rodada. Mas só para 11, dos 20 times. E isso porque tivemos uma partida antecipada da 11ª rodada, o que significa que menos da metade dos participantes está com o número de jogos correto. E essa desordem não tem data para terminar, pois a CBF não sabe quando poderá realizar os confrontos adiados.
Eu acho um incômodo. O Atlético-MG, terceiro colocado na tabela, e o Vasco, quarto colocado, poderiam ser os líderes no momento, se estivessem com os mesmos oito jogos que o Internacional, time que aparece em primeiro lugar na tabela. Se prevalecesse o critério utilizado na classificação do Novo Basquete Brasil, por exemplo, o Galo deveria aparecer lá em cima, pois o aproveitamento dele é de 71,4% contra 70,8% do Colorado.
E de quem é a culpa? Em primeira instância, da pandemia, é claro. Mas, se olharmos com cuidado para as partidas adiadas, veremos que outros fatores intervieram. Na primeira rodada, por exemplo, os jogos Palmeiras x Vasco e Corinthians x Atlético-GO não aconteceram porque o Campeonato Paulista se estendeu até o início do Brasileirão. O jogo entre Bahia x Botafogo, por conta da final do Campeonato Baiano. Além disso, Goiás x São Paulo foi cancelado porque dez jogadores do time goiano testaram positivo para covid-19. Os jogos do Botafogo e do Corinthians foram remarcados para o dia 30 de setembro, mas os outros dois estão sem previsão.
Pela sexta rodada, Atlético-MG x Athletico-PR e Grêmio x Goiás também não aconteceram porque as equipes estavam envolvidas nas finais dos Estaduais. Problema de calendário. O Furacão, porém, assim como o São Paulo, já aparece com oito jogos na tabela porque a partida entre eles, prevista para a 11ª rodada, foi antecipada e já aconteceu. E não custa ressaltar – as duas partidas da sexta rodada também não têm, ainda, uma data para acontecer.
E por que essa indefinição? Porque, durante o Brasileirão, temos agora sete equipes envolvidas com a Copa Libertadores; outras cinco na quarta fase da Copa do Brasil; e duas na Copa Sul-Americana. A CBF, então, precisa esperar pelo futuro de cada um desses times para saber que dia poderá encaixar os jogos que faltam do Brasileirão.
Isso é lamentável. O principal campeonato do país vai seguir, ainda por um bom tempo, sem que a tabela – aquela que todos nós gostamos de olhar – possa ser vista com a realidade da classificação. Temos de fazer contas desde já.
Qual a solução? Como não podemos aumentar os números de dias dos meses, nem reduzir o período de tempo entre os jogos, a resposta é: não há solução. Infelizmente. O que facilitaria seria a eliminação dos times brasileiros das competições internacionais. E diante dessa opção, prefiro fazer contas imaginando se o rival do meu time vai ganhar ou perder o jogo que ele vai disputar sabe-se lá quando.
Por Sergio du Bocage, apresentador do programa “No Mundo da Bola”, da TV Brasil
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STATE of PLAY com data CONFIRMADA, e Dualshock 4 no PlayStation 5 - LeigoNews O que é Data Science? #HipstersPontoTube - YouTube 7 cidades fantasmas do Brasil que poucos conhecem - YouTube [Excel] 10 Dicas e Truques Fáceis para Impressionar no ... IMAGENS DE SATÉLITE 1984-2016: 32 Anos de Mudanças na ... Microsoft Data Center Tour - YouTube QUANTUM V: SMARTPHONE COM PROJETOR A LASER HD! - YouTube Data Limite  Previsões de Chico Xavier - Mulheres (20/05 ... ABERTURA DO MUNDO BR99 E PT71 COM DATA E CONFIGURAÇÕES - Tribal Wars Profissional do Futuro Tecnologia da Informação  Pós Universidade Positivo

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